Você sabe a idade do seu cliente... mas sabe do que ele tem medo?
Alan Paris
CEO & Strategist
Sabe aquela persona tradicional?
“Mulher, 32 anos, gerente, gosta de praticidade.”
Isso ajuda… mas é superficial.
O que muda o jogo de verdade é entender:
o que ela valoriza, o que ela teme, o que ela deseja e como ela decide.
Isso é marketing psicográfico — o marketing além da persona.
O que é psicografia (explicado como eu explicaria para um amigo)
Não é “quem a pessoa é”, é como ela pensa.
Você segmenta por:
- valores (segurança, status, liberdade, família)
- motivadores (economizar tempo, ser reconhecido, evitar risco)
- estilo de vida (prático, aventureiro, tradicional, minimalista)
- crenças e objeções (“isso é caro”, “isso não funciona”, “não confio”)
Por que isso importa agora
Porque o público está mais exigente e mais saturado de anúncios.
O que corta o ruído é mensagem que parece que foi escrita “exatamente para mim”.
Exemplo simples (e poderoso)
Você vende desenvolvimento de site.
Mensagem A (genérica):
“Criamos sites modernos e responsivos.”
Mensagem B (psicográfica):
“Você não precisa de um site bonito. Você precisa de um site que pare de te dar vergonha quando alguém pede o link.”
Percebe? A segunda toca um ponto emocional real.
Como aplicar isso no seu negócio
1) Pare de perguntar só “quem compra”
Pergunte: por que compra e por que não compra?
2) Use conteúdo como ferramenta de segmentação
Quem lê um artigo sobre “reduzir CAC” pensa diferente de quem lê “como melhorar Instagram”.
3) Crie páginas e anúncios por motivação
- Quem busca segurança: prova, cases, garantias.
- Quem busca velocidade: processo simples, entrega rápida.
- Quem busca status: posicionamento premium, marca forte.
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